um city guide editorial de são paulo

restaurantes que realmente fazem sp valer a fome: lugares com comida boa de verdade, vibe bem cuidada e proposta que não desaba no primeiro prato; dos clássicos que todo paulistano já jurou amor às casas novas que tão servindo identidade, aqui entra de tudo um pouco, do menu autoral que surpreende à cozinha que abraça sem frescura; é seleção pra quem quer comer bem, ser bem tratado e sair pensando “ok, o rato tava certo”.
centro
o salão principal da casa de francisca ocupa o primeiro andar de um palacete no centro, com janelões altos, pé-direito generoso e atmosfera de época. ao meio-dia, a casa funciona com almoço musical mediante ingresso comprado com antecedência. por cerca de 155 reais, o menu inclui entrada, prato principal e couvert artístico. a cozinha é aberta e permite circular até a vitrine para escolher a entrada, num ritmo calmo e muito bem cuidado. tudo é preparado com precisão, da comida ao som. é uma experiência que combina gastronomia, arquitetura e música de um jeito raro no centro.
barra funda
o komah é um coreano contemporâneo na barra funda que trabalha receitas tradicionais com técnicas modernas, resultado de uma cozinha precisa e cheia de sabor. o menu é enxuto, com entradas clássicas, pratos bem servidos e a opção de um menu degustação que passeia pelo cardápio. entre os destaques estão o kimchi bokumbap com omelete cremoso, o galbi jim e o japchae, todos executados com cuidado e intensidade. o ambiente é pequeno, acolhedor e consistente: nada parece fora do lugar. um restaurante conciso e muito bem feito, que segue sendo uma das referências da culinária coreana em são paulo.
vila buarque
o cora fica no sexto andar de um prédio antigo no centro e virou um dos restaurantes mais interessantes da região. chega-se por um elevador estreito que abre para um terraço com vista para o minhocão, bar à esquerda e cozinha totalmente aberta à direita. o salão coberto por teto retrátil é pequeno, bonito e disputado. o menu é enxuto e pensado para compartilhar, com pratos que valorizam ingredientes da terra e técnicas simples, sempre com muito sabor. a cozinha trabalha com cortes de porco, vegetais, peixes e frutos do mar em preparos diretos e sem modismos. a carta de drinks é autoral. o clima é leve, urbano e cheio de personalidade.
vila mariana
o vista fica no último andar do mac usp e já vale a visita só pela vista 360º da cidade, com o parque ibirapuera logo abaixo. o salão é amplo, bonito e iluminado pela cidade inteira. a cozinha trabalha pratos tipicamente brasileiros, bem executados e apresentados com leveza. no almoço há opções em formato executivo e, nos fins de semana, entram preparos clássicos como camarão na moranga e leitoa à pururuca. a carta de drinks é extensa e funciona bem para quem prefere ficar no balcão ou apenas apreciar a paisagem. ideal para dias ensolarados ou noites claras, quando a vista faz parte da experiência tanto quanto a comida.
república / pinheiros / jardim paulista
o z deli é uma das casas mais consistentes da cidade quando o assunto é sanduíche. o espaço é pequeno, vivo e sempre movimentado, com balcão disputado e cozinha que trabalha no ritmo certo. o cardápio é direto: pastrami impecável, burgers suculentos e acompanhamentos feitos na casa, tudo executado com precisão. é o tipo de lugar para sentar, comer muito bem e seguir a vida. simples, eficiente e sempre satisfatório.
jardim paulista
o quito quito é um boteco japonês diferenciado nos jardins, pequeno, simples e sempre acolhedor. a casa trabalha cortes de sashimi pouco óbvios, petiscos clássicos de izakaya e pratos que mudam conforme o dia. há cozidos, frituras e grelhados na chapa, todos feitos com a mesma pegada caseira e precisa. no almoço, os bentôs são fartos e vêm cheios de acompanhamentos tradicionais. o clima é tranquilo, com atendimento próximo e um público fiel que gosta de comer bem sem cerimônia. um japonês direto, gostoso e com personalidade.
pinheiros
o izakaya matsu funciona em uma casinha em pinheiros e tem clima de boteco japonês tradicional. no térreo, o grande balcão domina o salão e todo mundo divide espaço de frente para a cozinha. no andar de cima há mesas mais reservadas com tatame, onde é preciso tirar os sapatos. o cardápio muda na lousa e traz pratos simples e muito bem feitos, como sanduíche de porco, lula grelhada inteira, onigiri de ameixa seca e asinhas apimentadas. ambiente pequeno, acolhedor e sempre concorrido. ideal para comer devagar e beber algo sem pressa.
república
o la casserole é um dos restaurantes franceses mais tradicionais de são paulo, instalado há décadas no largo do arouche. o salão tem clima clássico, luz baixa, mesas próximas e serviço atento, daquele estilo que quase não existe mais. o cardápio segue a linha francesa tradicional, com pratos executados com técnica e consistência. é um lugar para refeições calmas, ambientes elegantes e uma atmosfera que preserva o charme do centro. perfeito para quem gosta de restaurantes históricos e bem cuidados.
liberdade
o mugui fica escondido em um predinho simples na liberdade, acessado por uma escada estreita ou por um elevador bem antigo, pra quem quiser arriscar. o salão é modesto e parece nos transportar para um japão autêntico. a cozinha é focada nos pratos quentes japoneses, com gyozas impecáveis, tempurá generoso e massas como lamen, udon e sobá sempre bem feitas. também há refeições completas com cortes de carne e frango. quem senta no balcão pode ver o sushiman trabalhando de perto.
liberdade
o izakaya issa é um clássico aconchegante da liberdade, com atmosfera que lembra um japão antigo. o espaço é pequeno e acolhedor, com balcão disputado no térreo e, no andar de cima, mesas de tatame onde é preciso tirar os sapatos. o cardápio traz petiscos tradicionais, cozidos e frituras preparados do jeito mais simples e preciso possível. é um restaurante intimista, com serviço direto e um público fiel que busca comida japonesa caseira de verdade. quem senta no balcão acompanha a movimentação da cozinha e entende por que o issa permanece tão querido na cidade.
bom retiro
o acrópoles é um clássico do bom retiro, um restaurante grego simples e cheio de história. o salão lembra uma cantina antiga, com mesas próximas, movimento constante e um clima que mistura família, bairro e tradição. o serviço é direto: você vai até a cozinha, olha as travessas do dia e escolhe o que comer. pratos como cordeiro assado, polvo, moussaká e gemista saem sempre no ponto, sem cerimônia e com muito sabor. é comida farta, feita do jeito antigo, num ambiente que preserva o espírito da região. um lugar para quem gosta de autenticidade e de refeições que parecem ter vindo da casa de alguém.
consolação
o riviera é um dos endereços mais clássicos da consolação, aberto desde os anos 1940 e sempre funcionando 24 horas. o salão de esquina tem clima de diner moderno, com janelões, balcão longo e mesas próximas. o cardápio combina pratos tradicionais, sanduíches, petiscos e drinks simples bem executados. é ponto de encontro constante, com gente chegando a qualquer hora, seja para um café, um lanche rápido ou um jantar tardio. um ícone do centro que segue vivo, acessível e sempre em movimento.
vila buarque
o fôrno ocupa um sobrado de 1860 na vila buarque e é um dos restaurantes mais movimentados da região, sempre com fila na porta. o ambiente é descolado, dividido em dois andares, com salão pequeno, ritmo rápido e clima jovem. o cardápio muda com frequência, mas mantém dois pilares: pizzas individuais assadas no forno a lenha e sanduíches autorais, com destaque absoluto para o famoso sanduíche de pastrami. há também coxinha de pastrami, batata frita com pastrami, entradas caprichadas e pratos especiais no almoço durante a semana. é o tipo de lugar para pedir várias coisas e compartilhar. não aceita reserva e quase sempre lota, mas entrega uma comida moderna, saborosa e divertida.
pinheiros
o consulado da bahia, na rua dos pinheiros, é um restaurante amplo e iluminado, com clima familiar e atendimento caloroso. a casa serve pratos baianos clássicos, sempre bem temperados e muito fartos. o bobó de camarão, a moqueca e a carne de sol com seus acompanhamentos são os hits do menu, perfeitos para dividir. os pastéis de camarão são uma boa abertura, e as caipirinhas e cervejas geladas completam a experiência. é um lugar direto, consistente e cheio de sabor, para ir com fome e sem pressa.
república
o dona onça fica no térreo do edifício copan e é um clássico paulistano. o salão tem clima de brasserie brasileira, com balcão movimentado, mesas próximas e serviço rápido. o cardápio mistura pratos tradicionais bem executados, petiscos de boteco e clássicos da casa que já viraram referência, sempre com muita consistência. é um lugar vivo, cheio e com aquela energia típica do centro. ideal para um almoço forte, um jantar sem cerimônia ou uma parada no balcão para beber algo e observar o movimento do copan.
república
a casa do porco, no centro, é um dos restaurantes mais reconhecidos de são paulo e funciona com cozinha aberta, salão sempre cheio e fila constante. o menu gira em torno do porco, trabalhado de maneiras diferentes, do tartare ao porco san zé assado lentamente. o tasting menu é a forma mais completa de conhecer a casa, mas também há pratos individuais muito bem executados. o ambiente é vibrante, urbano e informal, com serviço rápido e clima de lugar que virou destino. uma experiência sólida, intensa e obrigatória para quem gosta de cozinha brasileira contemporânea.
república
o copanzinho fica ao lado do edifício copan e do orfeu, com muitas mesas na calçada e clima de burburinho constante. nos fins de semana, o movimento é intenso, com gente jovem circulando entre as mesas, cerveja gelada e pratos diretos. o cardápio tem pfs, porções e petiscos simples e bem feitos, sem firula e sem enrolação. é um ponto animado do centro para quem quer comer algo prático e ficar na rua observando o movimento.
república
o orfeu fica ao lado do copan e funciona como bar e restaurante, sempre cheio e com clima animado. o salão tem dois andares: embaixo o movimento é mais intenso, com gente na calçada bebendo enquanto espera mesa; no andar de cima, o ambiente é mais íntimo, com luz baixa e mesas para jantar com calma. o cardápio mistura clássicos brasileiros e comfort food, de baião de dois a costela, além de entradas generosas como barriga de porco e queijo coalho com melaço. os drinks são bem feitos e o serviço acompanha o ritmo da casa. um lugar consistente, vibrante e muito querido no centro.
higienópolis
o ugues é um clássico bom e barato de higienópolis, uma verdadeira relíquia do bairro. o salão é concorrido, com mesas próximas e clima de restaurante universal, onde se misturam jovens, famílias e frequentadores antigos. há também mesas na calçada, sempre ocupadas. o cardápio foca em pfs, porções e sanduíches, com parmegiana que faz sucesso e, aos sábados, a feijoada que lota a casa. no couvert, chegam pão francês, maionese da casa e vinagrete, já anunciando a simplicidade bem executada do lugar. é direto, honesto e cheio de vida.
higienópolis
a braz é uma das pizzarias mais tradicionais e consistentes de são paulo. o salão tem clima acolhedor, iluminação suave e aquele movimento constante de famílias, grupos e mesas animadas. a massa é leve, de borda alta e textura impecável, com coberturas clássicas bem executadas e algumas combinações próprias que já viraram assinatura da casa. de sobremesa, vale a pena provar a massa de pizza com nutela e o folhado com frutas cristalizadas e queijo stracciatella.
vila buarque
a divina increnca é uma pizzaria de fermentação natural ao lado do minhocão, sempre movimentada e com salão divertido. a cozinha é aberta para o salão, o que deixa o ambiente vivo e parte da experiência. o cardápio traz sabores clássicos e combinações mais inusitadas, com pizzas individuais e grandes, todas bem feitas. é um lugar leve e animado, perfeito para dividir pratos e aproveitar o clima de bairro.
pinheiros / jardim paulista
o matilda lanches, da chef renata vanzeto, é uma hamburgeria moderna com clima leve e colorido. o salão é pequeno, movimentado e cheio de personalidade, com mesas próximas e ambiente jovem. os smash burgers são o destaque, incluindo a versão servida no repolho roxo, que virou marca da casa. há também bowls frescos com bastante ervas e coentro, além de porções como o quiabo frito, que acompanham bem os lanches. um lugar descontraído e sempre consistente para comer algo saboroso e rápido.
jardins
o miado fica em um imóvel estreito na rua bela cintra e tem clima de balcão japonês reinterpretado pela renata vanzeto. o salão é pequeno, bonito e aconchegante, com poucos lugares e um balcão onde sushis e pratos crus saem direto da cozinha. o cardápio mistura influências do japão, tailândia e vietnã, com fritos leves, pratos do balcão e quentes bem executados. é uma cozinha asiática contemporânea, cheia de frescor, perfeita para pedir vários itens e compartilhar. as mesas externas completam o clima leve da casa. um restaurante pequeno, disputado e consistente, ideal para uma noite tranquila nos jardins.
jardins / pinheiros
o botanikafé é um café-restaurante com clima leve e ensolarado, conhecido pelo salão iluminado, cheio de plantas e atmosfera tropical. o cardápio une pratos frescos, bowls, toasts e preparos com ovos, além de cafés bem tirados e drinks simples. é um lugar que funciona do café da manhã ao almoço tardio, sempre movimentado e com público jovem. um espaço gostoso, bonito e consistente, perfeito para refeições leves no meio do dia.
centro / oscar freire
o almanara do centro é o endereço mais clássico da rede, com salão amplo, serviço tradicional e o famoso rodízio árabe, que inclui esfihas, kibes, charutinhos e pratos quentes sempre bem executados. é um restaurante histórico, perfeito para grupos e para quem gosta da experiência completa.
na oscar freire, a casa segue outra linha. o ambiente é mais moderno, iluminado e elegante, ideal para refeições individuais ou encontros mais tranquilos. o cardápio é à la carte, com pratos tradicionais da culinária árabe preparados com a mesma regularidade de sempre. duas experiências diferentes, unidas pela consistência da marca.
vila buarque
o tabuleiro do acarajé, na vila buarque, é uma casa pequena e simples dedicada à culinária baiana feita no capricho. o salão é enxuto, com clima despretensioso e atendimento acolhedor. o acarajé é o destaque absoluto, frito na hora, bem montado e no ponto certo. há também abará, vatapá, caruru e outras preparações clássicas, todas muito bem feitas. é um lugar direto, gostoso e sem firula, perfeito para uma parada rápida ou para matar a saudade dos sabores da bahia no meio do centro.
liberdade
o porque sim é um clássico da liberdade dedicado à culinária japonesa autêntica, servida de forma simples e muito bem feita. o salão tem clima de casa antiga, mesas próximas e movimento constante. o cardápio reúne lamens, karaages, gyozas e refeições completas super bem servidas, todas preparadas com aquele sabor caseiro difícil de encontrar fora do bairro. é direto, acolhedor e consistente — um endereço essencial para comer comida japonesa de verdade sem frescura.
pinheiros
o mica é um izakaya moderninho em pinheiros, com clima de boteco asiático e cardápio que mistura petiscos orientais, espetinhos, buns e pratos pequenos cheios de sabor. o ambiente é simples, animado e sempre cheio, com mesas na calçada e um público jovem que ocupa a rua. a cozinha trabalha picâncias leves, combinações diretas e porções que dão vontade de provar várias. drinks enxutos e cerveja gelada completam a experiência. um lugar despretensioso, saboroso e consistente, ideal para quem quer comer bem e ficar conversando sem pressa.
república
o sertó, na vila buarque, é um bar-restaurante com clima afetivo e decoração inspirada nos antigos cortiços do centro. o salão é aconchegante, cheio de objetos antigos e mesas grandes que convidam a ficar. o cardápio do chef marcelo magaldi traz sanduíches autorais, pratos simples bem feitos e petiscos com nomes que homenageiam são paulo. drinks caprichados completam a experiência. um lugar bonito, confortável e cheio de identidade.
santa cecília
o xepa, em santa cecília, combina parrilla, burgers premiados e petiscos autorais em um ambiente descomplicado e sempre cheio. a cozinha entrega pratos diretos e muito bem feitos, como tartar de porco, milanesa em pedaços e cortes na brasa. o burger é destaque absoluto. há prato do dia durante a semana e drinks autorais que acompanham bem a noite. um lugar vibrante, jovem e democrático, ótimo para dividir tudo na mesa.
vila romana
numa esquina arborizada da vila romana, o tosquinho serve “xis” ao melhor estilo gaúcho — sanduíches prensados na chapa, generosos e bem recheados. há versões de coração de galinha, pernil, carne moída e outras combinações difíceis de encontrar em são paulo. direto, saboroso e único.
vila romana
de frente para uma pracinha, o nelito é aquele bar-restaurante brasileiro gostoso e sem pressa. feijoada aos sábados, pfs bem feitos, petiscos clássicos e uma boa seleção de cachaças e caipirinhas. o ambiente é acolhedor, sempre com música ao vivo em alguns dias, reunindo famílias, amigos e vizinhos num clima leve e descontraído.
vila madalena
um clássico discreto da vila madalena, com jeitão tradicional, balcão de madeira e aquela portinha que quase passa batida. o tanuki é querido pelos moradores justamente porque entrega comida japonesa simples, fresca e muito bem feita, sem firula. os bentôs dão um ótimo panorama da casa, com niguiris, sashimis variados, anchova grelhada e acompanhamentos caprichados.
oscar freire
um clássico despretensioso da oscar freire, o frevinho é aquele restaurante/restô-bar animado que nunca sai de moda. vive cheio, com mesas apertadas e clima quase de calçada, mesmo dentro do salão. o cardápio é amplo e direto ao ponto, com PFs bem servidos, parmegiana famoso, sanduíches clássicos e chope gelado. é o tipo de lugar onde todo mundo se encontra — shoppers, moradores, gente jovem, gente mais velha — sempre movimentado e sempre confiável para uma refeição simples e gostosa nos jardins.
santa cecília
micro restaurante vegano dedicado ao homus e ao falafel, preparados na hora e com muito capricho. tudo é simples, saboroso e inspirado na culinária israelense. porções vêm com pita, salada e molhos clássicos como tahine, amba e zhoug. minúsculo, acolhedor e sempre concorrido — um dos cantinhos mais gostosos do bairro.
vila madalena / santa cecília
pequeno, caseiro e cheio de personalidade, o cuscuz da irina virou queridinho por entregar cuscuz nordestino bem feito, com combinações como carne de sol, queijo coalho, manteiga de garrafa e versões vegetarianas. o salão é simples, a comida é farta e o clima é sempre acolhedor. perfeito para uma refeição rápida, saborosa e sem complicação no centro.
santa cecília
um clássico do bairro, o conceição discos combina comida saborosa e ambiente despojado. o cardápio muda sempre, mas a proposta é clara: pratos autorais, com ingredientes frescos e pegada contemporânea, servidos num salão pequeno e cheio de charme. é o tipo de lugar onde você come muito bem sem cerimônia, rodeado de vinis, gente cool e aquela atmosfera acolhedora que só santa cecília entrega.
santa cecília
um restaurante-loja cheio de personalidade, onde a comida e a decoração caminham juntas. o salão é pequeno, claro e aconchegante, com objetos, cerâmicas e peças de design à venda que dão o clima da casa. o cardápio é curto, com pratos bem executados, saborosos e sem afetação. fica sempre movimentado, especialmente nos fins de semana, e é ótimo para um almoço tranquilo, rodeado por beleza em todos os detalhes.
santa cecília
um restaurante-bar que à primeira vista parece simples, com mesas espalhadas pela calçada e um clima meio boteco arrumado. mas basta abrir o cardápio para perceber que ali se come muito bem. o menu é curto e direto, com petiscos caprichados — mandioca frita no ponto, espetinhos saborosos — e pratos surpreendentes, como peixes inteiros impecavelmente apresentados, entrecot generoso e uma rabada com polenta deliciosa. ambiente descontraído, serviço ágil e comida realmente boa tornam o jiboia um dos achados da região.
vila buarque
uma das melhores cantinas mexicanas da cidade, o los dos entrega uma experiência realmente autêntica. o salão é lindo e acolhedor, de frente para a praça rotary, e as mesas na calçada são perfeitas para ir com pets ou simplesmente aproveitar o clima do bairro. o cardápio vai muito além do óbvio: aguachile, mole poblano, carnitas, tostadas, lulas grelhadas e uma sequência de pratos que mostram pesquisa, técnica e personalidade. as micheladas — cervejas temperadas — são destaque entre os drinks. é uma cozinha mexicana moderna, bem executada e cheia de nuances, que ainda assim mantém a alma tradicional dos sabores do país. perfeito para quem quer comer muito bem e viajar sem sair da vila buarque.
vila madalena
o lobozó traz a cozinha caipira da “paulistânia” para a vila madalena, num salão simples e acolhedor que lembra casa do interior. o cardápio valoriza ingredientes da terra — milho, mandioca, frango caipira, porco — em pratos generosos e muito bem feitos, de costela ao bafo a feijão gordo. tem petiscos clássicos, receitas de preparo lento e bebidas artesanais que reforçam o clima regional. é comfort food brasileira, direta, saborosa e cheia de memória.
santa cecília
na martim francisco, o muli parece simples por fora, com fachada azul e mesas na calçada, mas entrega uma das cozinhas mais gostosas do bairro. o clima é leve, quase “praiano”, com foco total em peixes e frutos do mar muito frescos. o cardápio muda, mas sempre traz pratos bem executados, desde petiscos para compartilhar até preparos mais elaborados. é informal, concorrido e com atendimento ágil. perfeito para um almoço ensolarado ou um jantar despretensioso com drinks caprichados.
república
instalado dentro da livraria megafauna, no térreo do icônico copan, o cuia une cozinha brasileira contemporânea a um clima de café-livraria delicioso. a chef bel coelho trabalha ingredientes do país com leveza e criatividade, em um cardápio curto, bem executado e com ótimo custo-benefício. pratos como o peixe do dia, o ovo com cuscuz e os pasteizinhos da casa fazem sucesso. é simples, bonito e perfeito para almoçar enquanto se folheia um livro.
higienópolis
no térreo do histórico edifício paquita, de frente para a praça buenos aires, o tappo é uma das casas italianas mais disputadas de higienópolis. serve massas clássicas, feitas com técnica e sem firula — o carbonara é o prato mais famoso e vive saindo da cozinha. enquanto espera mesa (sempre tem fila, chegue cedo), dá para ficar no bar da entrada, que faz ótimos drinks. ambiente charmoso, comida consistente e aquele clima de restaurante querido do bairro.
pinheiros
em pinheiros, o jesuíno brilhante é um pedacinho do rio grande do norte em são paulo. a casa é simples, acolhedora e sempre movimentada, conhecida pelos pratos potiguares muito bem executados — carne de sol na nata, baião, paçoca, pirão e outras receitas sertanejas cheias de sabor. o clima é caloroso, com aquela pegada de comida caseira afetiva, porções generosas e preços honestos. um lugar direto, gostoso e sem firula, perfeito para quem quer comer bem e conhecer a verdadeira cozinha potiguar.
vila madalena
o jacó virou uma das estreias mais desejadas da cidade. o salão é bonito, iluminado e com cozinha aberta, e o menu segue a lógica da cozinha autoral sazonal, com pratos feitos para compartilhar e foco total no sabor. tudo parte de ingredientes de pequenos produtores, usados de forma inteligente e criativa. o couvert já entrega o nível da casa, e os pratos variam conforme a estação. o bar acompanha o mesmo espírito, com drinques frescos e bem construídos. é daqueles lugares para provar de tudo um pouco.
república
a rato rosa é uma pizzaria vegana charmosa e despretensiosa, focada em massas muito bem feitas assadas no forno a lenha. as pizzas são individuais e fogem do óbvio, com sabores como batata laminada, alcachofra e outras combinações. há também entradinhas simples e gostosas, como pãezinhos temperados com alecrim. para acompanhar, vinhos em lata, cervejas variadas e um clima tranquilo que combina com o bairro.
pinheiros
o cepa é um restaurante de cozinha contemporânea que trabalha com ingredientes sazonais e de pequenos produtores. o cardápio muda sempre e aposta em técnicas como defumação, maturação e fermentação para criar pratos cheios de personalidade. o ambiente é aconchegante, com clima de casa e atendimento atencioso.
vila madalena
o cais é um dos melhores restaurantes de peixes e frutos do mar da cidade. o cardápio muda o tempo todo, sempre guiado pelo que chega mais fresco. os pratos combinam técnicas de várias cozinhas, mas sem firulas, sempre com foco no sabor. a casa funciona em um sobrado pequeno, com clima acolhedor e balcão disputado. a proposta é pedir vários pratos menores e experimentar tudo. à noite, há menu degustação e uma carta de vinhos curta e bem pensada.
cerqueira césar
o muquifo recria o clima de casa de vó, com decoração afetiva, quintal e cozinha aberta. o cardápio é simples e delicioso, focado em receitas caseiras, massas e fritos cheios de memória. tudo é servido sem frescura, em porções generosas. é um lugar acolhedor para comer bem e se sentir em casa.
bela vista
um clássico paulistano na região da paulista, o spot vive cheio desde os anos 1990. o salão moderno, com grandes janelas e mesas próximas, cria um clima animado que já virou marca registrada. o cardápio é amplo e direto: massas, saladas enormes, peixes, grelhados e o famoso penne ao melão. funciona todos os dias, até tarde, e é sempre uma boa opção para encontros rápidos ou jantares informais.
jardim paulista
o arturito é o restaurante da chef paola carosella e um dos endereços mais consistentes da cidade. a casa trabalha uma cozinha contemporânea de inspiração mediterrânea, com foco em ingredientes sazonais, grelhas muito bem executadas e pratos reconfortantes.
bom retiro
a paul’s boutique traz para são paulo o espírito das slice shops de nova york. aqui a pizza é servida em fatias generosas, com massa leve, borda crocante e coberturas criativas que fogem do tradicional. o cardápio mistura clássicos nova-iorquinos com sabores autorais, como milho, frango ao estilo barbecue e stracciatella. o ambiente é simples, movimentado e com clima de lanchonete moderna.
bom retiro
shoshana é um pequeno restaurante judaico no bom retiro que serve clássicos da diáspora com simplicidade e muito sabor. latkes, varenikes, schnitzel e outras receitas de família aparecem no menu sem firula. o clima é de cantina de bairro, acolhedor e direto ao ponto. daqueles que você descobre uma vez e volta sempre.
bom retiro
hwang to gil é um coreano simples e familiar no bom retiro, comandado por um casal que cozinha tudo na hora. o menu segue a linha caseira: porções generosas, pratos quentes na chapa, temperos diretos. o salão é pequeno e sem decoração, focado só na comida. é uma das escolhas mais honestas do bairro para comer bem, sem modismo. daqueles que você guarda pra você.
bom retiro
casa branca é um coreano bem simples e escondido no bom retiro, com clima de restaurante de bairro. o cardápio foca em pratos quentes, sopas e grelhados caseiros, servidos sem pressa. o salão é modesto e direto, daqueles que funcionam pelo sabor. é uma opção discreta e muito local, procurada por quem gosta de comida coreana sem firula.
mooca
cozinha dos ferrari é uma trattoria simples, colorida e aconchegante na mooca, com clima totalmente despretensioso. o menu muda a cada fim de semana, sempre com pratos italianos autorais que fogem do óbvio — risotos, carnes, parmegiana e outras combinações da casa. enquanto a mesa não chega, a festa rola na calçada, com gente bebendo e conversando. é aquele lugar local, vivo e bem cuidado, que dá vontade de voltar.
pinheiros
atlântico 212 é um bar de frutos do mar na rua dos pinheiros que vive movimentado. tem balcão animado, menu cheio de crudos, sandubas bem feitos e pratos quentes que funcionam sem frescura. a calçada costuma ficar cheia, o som é gostoso e o clima é leve. bom lugar pra quem gosta de peixe e quer algo descontraído. simples assim.
pinheiros
mila é uma osteria nada óbvia em pinheiros, com pratos de sotaque italiano que passeiam por outras culturas. massas dividem espaço com receitas autorais, combinações improváveis e sabores bem construídos. o ambiente é descontraído, com bar à vista e cozinha aberta. é um lugar leve, contemporâneo, para quem gosta de comer bem sem ficar preso ao tradicional.
pinheiros
bosco é uma trattoria charmosa em pinheiros, instalada num sobrado antigo com um quintal arborizado que dá o tom do ambiente. o cardápio traz massas frescas, pizzas de longa fermentação e pratos italianos com leve toque autoral. a atmosfera é tranquila, iluminada por luz suave e cheia de verde. é despretensioso, confortável e acolhedor. daqueles lugares para ir sem pressa.
jardins
chef rouge é um bistrô francês clássico nos jardins, com clima intimista e aquele charme parisiense discreto. o menu traz pratos tradicionais executados com técnica — magret, confit, frutos do mar, cortes bem feitos. o ambiente é elegante sem ser pretensioso, com luz baixa e mesas próximas. funciona bem para um jantar mais calmo, a dois ou com poucos amigos. é refinado, constante e seguro.
campos elíseos
ama.zo é um restaurante peruano com influência amazônica instalado num casarão com jardim nos campos elísios. o menu combina ceviches, frutos do mar e pratos autorais com ingredientes andinos e brasileiros. os sabores são intensos e bem trabalhados. o ambiente é arejado, verde e acolhedor. uma boa escolha para comer algo diferente e muito bem feito.
avenida paulista
balaio ims é o restaurante brasileiro do instituto moreira salles, na paulista. comandado pelo chef rodrigo oliveira, mistura ingredientes e referências de várias regiões do país. o menu é confortável, saboroso e direto: moquecas, pirarucu, lasanha caipira, pratos de raiz. o ambiente é despretensioso e acolhedor, bom para almoço ou jantar depois da exposição. brasilidade sem afetação.
cerqueira césar
baru marisqueria é um restaurante de frutos do mar leve e descontraído. o menu foca em peixes frescos, crudos, tostadas e preparos que lembram o litoral latino-americano. os sabores são cítricos, vivos e bem equilibrados. o ambiente é pequeno, iluminado e com clima de bar de bairro arrumado. ótimo para quem quer comer peixe de forma simples e saborosa.
itaim bibi
banzeiro é um restaurante amazônico que traz peixes de rio e ingredientes do norte para um cardápio cheio de sabor. pirarucu, tambaqui, tucupi e farinhas aparecem em preparos intensos e bem trabalhados. o ambiente é elegante na medida, com clima acolhedor e movimentado. é uma experiência brasileira marcante, fora do óbvio. ótimo para ir sem pressa e dividir pratos.
jardim paulistano
capim santo fica no jardim do museu da casa brasileira, em meio ao verde e à arquitetura modernista. o menu traz uma cozinha brasileira leve, com ingredientes frescos e combinações tropicais. o ambiente é amplo, arejado e tranquilo, ideal para almoços longos. é saboroso sem exageros, com aquele clima de refúgio no meio da faria lima. perfeito para dias de sol.
jardim paulistano
maní ocupa uma casa pequena e clara no jardim paulistano, com três salas conectadas e estética mediterrânea leve. a cozinha, comandada por helena rizzo, trabalha ingredientes brasileiros com técnica contemporânea e muita delicadeza. o menu é autoral, vegetal, ácido na medida e sempre criativo. o ambiente é silencioso, confortável e sofisticado sem ostentar. uma experiência para ir com calma, de preferência no menu degustação.
centro
riconcito peruano é um restaurante simples e movimentado no centro, especializado em comida peruana caseira. ceviches, lomo saltado, ají de gallina e pratos fartos chegam rápido, sem frescura e com muito sabor. o ambiente é direto, colorido e sempre cheio. é uma ótima opção para comer bem e gastar pouco. daqueles clássicos de bairro que viram hábito.
república
esther rooftop fica no topo do edifício esther, com vista aberta para a praça da república. a cozinha tem base francesa com toques brasileiros e asiáticos, em pratos criativos e bem apresentados. o ambiente é elegante, iluminado e com clima de refúgio no centro. funciona bem para almoço ao sol ou jantar a dois. uma opção refinada sem ser formal.
república
paloma é um restaurante dentro do copan focado em vinhos e comidinhas de inspiração espanhola. o menu traz tapas, arrozes, pescados e pratos diretos, feitos com técnica e leveza. o ambiente é bonito, movimentado e bem cuidado. funciona tanto para uma taça quanto para um jantar mais longo. uma boa pedida no centro para quem gosta de comer bem e beber melhor ainda.
pinheiros
gurumê é um japonês contemporâneo em pinheiros, com clima moderno e informal. o menu mistura sushis, combinados, ceviches nikkei e rolls mais criativos. os pratos são caprichados e bem apresentados, com foco em sabor e frescor. o ambiente é movimentado e descolado, bom para ir sem muita formalidade. ótima opção para quem quer um japa atual e consistente.
bela vista
la tartine é um bistrô francês antigo e charmoso, com clima íntimo e luz baixa. o menu é simples e direto: sopas, quiches, carnes, saladas e clássicos caseiros. nada de invencionice — é comida francesa aconchegante, bem feita e constante. o ambiente lembra um café parisiense fora do tempo. ótimo para um jantar calmo e sem pressa.
diversas unidades
camelo é uma pizzaria clássica de são paulo, conhecida pelas pizzas finas, crocantes e bem recheadas. o cardápio é direto, cheio de sabores tradicionais que funcionam sempre. o ambiente é amplo, iluminado e com clima de restaurante de família. serviço rápido, mesa cheia e aquela energia de pizzaria à moda antiga. uma escolha segura para comer pizza boa sem complicação.
santa cecília
o mirandês é um restaurante português discreto em santa cecília, conhecido pelos pratos fartos e sem firula. bacalhau, arroz de polvo, bolinhos e outras receitas clássicas aparecem bem executadas. o ambiente é simples, acolhedor e com clima de bairro. nos finais de semana a calçada fica cheia, com pessoas bebendo vinho e curtindo o dia ensolarado.
pinheiros
patties é uma hamburgueria de inspiração americana focada em smash burgers simples e bem feitos. o menu é enxuto: pão macio, carne fina na chapa, queijo e poucas combinações certeiras. o ambiente é pequeno, iluminado e com clima jovem. tudo chega rápido, quente e sem frescura.
liberdade
ueda yakiniku é um restaurante japonês especializado em churrasco na brasa, daqueles para grelhar tudo na mesa. o foco está na qualidade dos cortes, nos acompanhamentos simples e no sabor direto do carvão. o ambiente é pequeno, quente e movimentado, com clima de izakaya tradicional. é uma experiência mais rústica, autêntica e sem firulas. ótimo para quem gosta de comer carne do jeito mais puro possível.
pacaembu
alcova bar é um bar intimista em perdizes, escondido atrás de uma portinha que leva a um subsolo abaixo da calçada. lá dentro, os ambientes são pequenos, despretensiosos e acolhedores, com luz baixa e música calma. a cozinha é aberta, dá pra ver tudo sendo preparado. o cardápio é enxuto, com bons drinks e pratos bem feitos. daqueles lugares silenciosos e charmosos que viram refúgio.
santa cecília
johnnys é uma joia de santa cecília — simples, barulhento e cheio de vida. espalhado pela canuto do val, domina o bairro com mesas na calçada, parmegiana fumegante e cerveja gelada. nos fins de semana, vira ponto de encontro: gente ocupando a rua, falando alto, rindo, dividindo pf. nada de frescura ou firula. é direto, rápido e honesto — exatamente o que faz dele um clássico do bairro.